quarta-feira, maio 06, 2026
sábado, maio 28, 2022
CAPELA DO BONFIM
Documentário da Capela do Bonfim de
Itaúna
Acervo: Professor Marco Elísio
Direção e Realização do vídeo: Guto
Aeraphe
Apresentação do vídeo: Prof. Luiz
Mascarenhas
sexta-feira, maio 21, 2021
O VIGÁRIO DO CÓRREGO
terça-feira, fevereiro 04, 2020
CAPELA SÃO MIGUEL
sábado, outubro 19, 2019
CAPELA EM CARNEIROS
Comunidade de Carneiros, Itaúna/MG - Década 1947
terça-feira, março 26, 2019
CAPELA SANTO ANTÔNIO DA BARRAGEM
quinta-feira, fevereiro 07, 2019
CAPELA SANTO ANTÔNIO
segunda-feira, abril 24, 2017
domingo, março 26, 2017
PROGRESSO E MUTILAÇÃO DO BONFIM
Pesquisa: Charles Aquino / 7º Período História / UEMG
segunda-feira, julho 04, 2016
CAPELA SANTANENSE
A história da Capela de Santanense é um testemunho de devoção e perseverança da comunidade local, refletindo o espírito coletivo e a dedicação dos moradores e líderes religiosos ao longo dos anos. A ideia de construir uma capela no povoado de Santanense existia há muitos anos, sendo constantemente lembrada, mas frequentemente adiada. Foi somente em 27 de março de 1930, durante a Assembleia Geral Ordinária da Companhia de Tecidos Santanense, que o primeiro passo definitivo foi dado. Nesta ocasião, o Sr. Juvenal Antônio Pereira apresentou uma proposta que foi prontamente aprovada: a Companhia de Tecidos Santanense contribuiria com a quantia de 3.000 réis para a construção da capela, assim que uma oportunidade se apresentasse.
Finalmente,
em 17 de abril de 1932, as obras da capela foram iniciadas. Este dia foi
marcado por uma missa campal celebrada pelo Reverendo Padre Ignácio Campos,
então vigário de Itaúna. Na presença dos diretores da Companhia de Tecidos
Santanense, acionistas e operários, a primeira pedra da capela foi abençoada
solenemente conforme o Ritual Romano. Após a cerimônia, uma ata foi lavrada,
assinada pelos presentes e colocada dentro da pedra fundamental junto com
jornais e moedas da época, simbolizando o início oficial da construção.
As principais assinaturas incluíam: Diretor presidente da Companhia: José Gonçalves de Sousa; Diretor gerente da Companhia: Augusto Gonçalves de Sousa e o Prefeito Municipal: Farmacêutico Arthur Contagem Vilaça. A comunidade recebeu a doação de uma área de 810 metros quadrados para a construção da capela e um lote de 8x45 metros para a casa paroquial. As escrituras dessas doações foram registradas no cartório José Santiago, sob o número 2.560, no livro 3-H, página 176. A construção da capela custou aproximadamente 18.000 cruzeiros, com a Companhia de Tecidos Santanense contribuindo com cerca de metade desse valor.
Com a capela concluída, o Sagrado Coração de Jesus foi proclamado padroeiro do povoado. A imagem foi abençoada e entronizada em 19 de junho de 1933. Em 17 de junho de 1934, a capela foi solenemente abençoada pelo Reverendo Padre José Augusto Bastos, então vigário de Itaúna. Desde então, a festa do Coração de Jesus era celebrada anualmente com grande pompa.
O
serviço espiritual da capela foi inicialmente dirigido pelo Padre Ubaldo
Anselmo da Silveira, capelão da Santa Casa "Manoel Gonçalves", que
dedicou-se de 1933 a 1937. Padre Ubaldo, conhecido por sua bondade e dedicação
às crianças, organizou com sucesso a missa dialogada das crianças. Em março de
1937, o Reverendo Padre Everaldo Molengraaff foi nomeado auxiliar do vigário de
Itaúna e demonstrou grande interesse por Santanense, introduzindo uma missa
dominical e organizando o catecismo para as crianças, que floresceu com
alegria.
Em 30 de janeiro de 1943, às 19 horas, na Igreja Matriz de Itaúna, Padre José Ferreira Neto foi empossado como vigário de Santanense. Naquela época, o povoado contava com pouco mais de mil habitantes, número que cresceu para cerca de quatro mil nos anos subsequentes. A Capela de Santanense não foi apenas um edifício religioso, mas um marco da fé e do empenho comunitário, representando a união e a espiritualidade que moldaram e continuaram a inspirar a vida do povoado.
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
MORRO DE SANTA CRUZ
CAPELA
NOSSO SENHOR DO BONFIM
Historicamente, foi no ano de 1853, que os barbônios que nesta região estiveram pregando missões alertaram e recomendaram à população itaunense sobre a necessidade de ser construído na cidade de Itaúna a Capela de São Miguel, no interior de um cemitério localizado na região, e também da Capela de Nosso Senhor do Bonfim, no monte ao norte do arraial que naquela época era chamado Morro de Santa Cruz.
A capela de São Miguel foi edificada através de doações da comunidade e a de Nosso Senhor do Bonfim foi construída pelo Tenente José Ribeiro Azambuja no mesmo ano de 1853, no morro atualmente conhecido como Morro do Bonfim (antigo Santa Cruz).
Localizada
a aproximadamente 25 km do centro da cidade de Itaúna, a Capela do Senhor do
Bonfim sempre foi um local de peregrinação religiosa da população do antigo
arraial de Itaúna.
A
Capela de Nosso Senhor do Bonfim está situada no ponto mais alto da região de
Itaúna, ou seja, a 1000m de altitude. Construída em meados do século XIX, em
pleno período imperial brasileiro, possui estilo colonial.
O
Alto do Bonfim com sua Capela de Nosso Senhor do Bonfim, ilumina do ponto mais
alto de uma cidade em pleno desenvolvimento, porém, preocupada em não perder
seus marcos históricos, afim de continuar uma cidade com identidade cultural e
memória afetiva.
Atualmente,
Itaúna, através do Morro do Bonfim integra as 14 (quatorzes) cidades do
Circuito dos Bandeirante – Circuito Verde, sendo alvo de iniciativas futuras
para viabilização de investimentos em atividades turísticas/religiosas.
Local
de tradição das peregrinações religiosas em devoção ao Nosso Senhor do Bonfim,
a Capela de mesmo nome, representa para toda a comunidade itaunense um exemplar
valioso da arquitetura colonial, tendo a simplicidade de seus traços ainda
originais, guardando a identidade religiosa própria de um povo já enraizada na
alma popular.
Sua
conservação é, portanto, inerente ao anseio da modernidade, pois sobressai a
referência cultural da edificação.
A Capela de Nosso Senhor do Bonfim por estar localizada no ponto mais alto da região de Itaúna tem sido estudado a viabilidade de torná-la um ponto turístico religioso, pois o morro do Bonfim oferece todas as condições para tal empreendimento.
A 25 km de distância do centro da cidade além da arquitetura colonial
da Capela, toda a região é propicia para a exploração turística religiosa e
ecológica.
A
25 km de distância do centro da cidade além da arquitetura colonial da Capela,
toda a região é propicia para a exploração turística religiosa e ecológica.
O
morro do Bonfim oferece uma visão privilegiada podendo a cidade ser vista
parcialmente num ângulo fascinante.
Museu Municipal Francisco Manoel Franco
Janete
Rodrigues da Silva – Coordenadora
Praça
João Pessoa (Praça da Estação), s/nº Centro
Itaúna/Mg Cep. 35680-059
https://orcid.org/0009-0002-8056-8407































