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quinta-feira, julho 04, 2024

EDUCADORA BOZA CAMPOS

Thereza Juliano Boza Campos nasceu em 18 de março de 1934, em Belo Horizonte. Foi batizada na Igreja Nossa Senhora das Dores, na mesma cidade, em 11 de novembro de 1934, pelo Juiz de Direito Franklin Azuil e sua esposa Alice. Seu registro de nascimento foi realizado em 20 de janeiro de 1935, no cartório de Mercês, por seu pai Américo Boza Martoni.

Em 25 de dezembro de 1956, Thereza se casou às 15h na avenida Getúlio Vargas, n.º 190, apartamento 04, na cidade de Santos Dumont com Expedito da Silva Campos. A cerimônia, realizada pelo Padre Maximiniano de Oliveira, ocorreu em um altar em honra a Santa Terezinha, organizado por sua mãe, Amélia Juliano Boza. Os padrinhos da cerimônia civil e religiosa foram Rafael Boza e Judith Juliano, além de Geraldo de Paula Barros e sua irmã, Zinha.

Thereza formou-se no curso de Magistério em 8 de dezembro de 1954, na Escola Normal São José de Calazans, em Santos Dumont. No ano seguinte, ingressou na prefeitura da cidade como oficial administrativo e, ainda em 1955, começou a lecionar no Grupo Escolar Estadual Vieira Braga, substituindo a professora Leopoldina Ibrain. Em 1º de novembro do mesmo ano, foi efetivada no mesmo grupo escolar.

Após sete anos de trabalho na Escola Isolada de Elbanck, Thereza foi transferida para o Ginásio Estadual de Santos Dumont, onde trabalhou até 1969. Nesse ano, foi transferida para Itaúna, onde lecionou na Escola Estadual José Gonçalves de Melo. Além disso, trabalhou no Ginásio Santana e na Universidade de Itaúna, exercendo funções cedidas pelo Estado de Minas Gerais.

Thereza Juliano Boza Campos aposentou-se em 23 de outubro de 1982, após uma longa e dedicada carreira na educação. Sua trajetória é marcada por um profundo compromisso com o ensino e o desenvolvimento de seus alunos, deixando um legado significativo na educação. 

Realizado em uma tarde de inverno em Santana do Rio São João Acima, hoje Itaúna, Minas Gerais — Pedra Negra


Referências:

Fonte oral em 04/07/2024:  Thereza Juliano Boza Campos

Entrevista: Alexandre Campos 

Organização e arte: Charles Aquino

 

sábado, março 30, 2024

PROFESSORA JESUÍNA

   1866 - 1960

   Nascida em 1866, Jesuína Americana Brasileira e Silva era filha de Jerônimo José Garcia Americano e Jacinta Cândida de Jesus Garcia. Em 23 de fevereiro de 1884, casou-se com Francisco de Paula Machado em Santana do Rio de São João Acima, hoje Itaúna, Minas Gerais. Ao longo da união foram abençoados com a chegada de 10 filhos: Pergentina (1884), Perilla (1886), Perminio (1888), Percília (1890), Petrina (1892), Pervínia (1894), Perina (1897), Peraclyto (1899), Perkyns (1902) e Perosi (1904).

    É provável que Jesuína Americana Brasileira e Silva, conceituada educadora, tenha iniciado sua trajetória docente antes de 1885. Nesse mesmo ano, foi designada professora interina da "cadeira feminina" do distrito de Itatiaiuçu, conseguindo eventualmente a posição permanente. Em 1888, passou triunfalmente em concurso, conquistando o estimado papel de “professora efetiva” em São João del-Rey. Em 1892, solicitou formalmente a transferência para Campos, zona rural de Santana do Rio São João Acima. Posteriormente, em 1893, o presidente da Câmara Municipal do Bonfim concedeu aprovação à nomeação de Custódia Dornas Lacerda como substituta e dirigente da cadeira masculina de Instrução Primária de Itatiaiuçu, durante o período sabático concedido a Jesuína, professora titular.

    Em 1898, o governo do estado registrou oficialmente um decreto prevendo um aumento salarial adicional de 5% para Jesuína, professora da Fábrica da Cachoeira, também conhecida como Companhia de Tecidos Santanense, pertencente ao distrito de Santana do Rio São João Acima, hoje Itaúna/MG. No ano seguinte, 1899, foi nomeada instrutora do distrito de Mateus Leme, então sob jurisdição do município de Pará de Minas.

    De 1909 a 1910, Jesuína atuou como professora de “instrução primária da cadeira mista” localizada no distrito de Itatiaiuçu, que pertencia ao município de Itaúna/MG. De 1911 a 1926, continuou a carreira docente em “escolas isoladas” do distrito de São Sebastião do Gil, vinculado ao município de Desterro de Entre Rios, Minas Gerais. Jesuína faleceu em 1960 na capital mineira e foi sepultada na quadra 43, jazigo 183 do cemitério do Bonfim. A educadora Jesuína Americana Brasileira e Silva deixou um legado substancial na educação de seus descendentes e alunos.

O IMPACTO E CONTRIBUIÇÕES DE JESUÍNA PARA EDUCAÇÃO

   O impacto e a importância das contribuições de Jesuína Americana Brasileira e Silva para a educação em Minas Gerais justificam um exame minucioso para compreender plenamente a extensão de sua influência e a importância que ela ocupa na história educacional da região. Numa época em que o acesso à educação formal era escasso para as mulheres e muito menos a oportunidade de se tornarem educadoras, Jesuína iniciou a sua carreira.

   Sua tenacidade e capacidade de superar barreiras sociais e de gênero são evidentes em seu papel como professora interina e mais tarde como professora permanente. A jornada docente de Jesuína a levou a vários locais e ambientes educacionais, desde áreas rurais como até áreas industriais. Esta diversidade de experiências demonstra a sua adaptabilidade e compromisso inabalável em fornecer educação a diversas populações, independentemente das circunstâncias locais.

   A competência e dedicação de Jesuína ao trabalho foram oficialmente reconhecidas pelo governo do estado, por meio de aumento salarial. Este ato não só demonstra o cumprimento dos seus deveres, mas também destaca o seu desempenho excepcional numa época em que os recursos e o apreço pelos educadores eram escassos. A extraordinária perseverança de Jesuína é evidente na sua extensa carreira de mais de quatro décadas, à medida que continuou a dedicar-se ao ensino enquanto se adaptava a uma variedade de instituições e circunstâncias. Este compromisso sublinha o seu compromisso com a educação.

   Numa profissão predominantemente dominada por homens durante o século XIX e início do século XX, Jesuína emergiu como uma mulher notável e que se destacou. Suas realizações servem de fonte de inspiração para mulheres e abriram caminho para futuras gerações de educadores. Através da sua dedicação à educação de crianças em diversas áreas, Jesuína desempenhou um papel vital nas mudanças sociais da sua época. O conhecimento que ela transmitiu não apenas transformou indivíduos em cidadãos mais informados e capacitados, mas também contribuiu para o avanço das comunidades que ela servia.

   Ao longo de sua carreira, Jesuína encontrou diversos obstáculos, incluindo recursos limitados e necessidade de mudança. No entanto, a sua determinação face a estes desafios é uma parte fundamental do seu legado duradouro, demonstrando que uma forte devoção à educação pode triunfar sobre a adversidade. O comprometimento profissional e a busca pela excelência de Jesuína servem de exemplo notável para os demais. O profundo impacto do seu trabalho é evidente no respeito e reconhecimento que conquistou durante a sua vida e depois dela.

   Jesuína Americana Brasileira e Silva ocupa inegavelmente um lugar significativo na história educacional de Minas Gerais. Seu impacto vai muito além do mero número de alunos que ela instruiu; reside na inspiração que ela inspira tanto nos educadores como nos alunos, enfatizando o valor da dedicação à educação, da determinação face aos desafios e da profunda capacidade do ensino para provocar a transformação. A sua notável jornada e trajetória profissional servem como um testemunho convincente da profunda influência que um educador dedicado pode ter na sociedade, catalisando o progresso e promovendo o crescimento através do poder da educação.



Referências:

Pesquisa, texto e arte: Charles Aquino

Acervo MyHeritage: Família Barbosa & Hemétrio, Machado de Oliveira Web Site

SINEC - sistema de Necrópoles do município de Belo Horizonte

Fontes impressas Hemeroteca Digital Brasileira:

LIBERAL MINEIRO, Ouro Preto, 11 de julho de 1885, nº 81, p.2.

LIBERAL MINEIRO, Ouro Preto, 14 de julho de 1885, nº 82, p.1.

LIBERAL MINEIRO, Ouro Preto, 6 de agosto de 1885, nº 93, p. 2.

O BAEPENDYANO, Caxambu, 18 de abril de 1886, nº 415, p. 2.

A PROVÍNCIA DE MINAS, Ouro Preto, 15 de abril de 1886, nº 319, p.1.

MINAS GERAIS, Ouro Preto, 10 de setembro de 1892, nº137, p. 9

MINAS GERAIS, Ouro Preto, 27 de outubro de 1893, nº 291, p.1.

MINAS GERAIS, Ouro Preto, 21 junho de 1898, nº 125, p.3.

O PHAROL, Juiz de Fora, 28 de julho de 1899, nº 28, p.2.

ALMANAK LAEMMERT, 1909, p. 54.

ALMANAK LAEMMERT, 1910, p.77.

ALMANAK LAEMMERT, 1911-1912, p.3093.

ALMANAK LAEMMERT, 1917, p.2897.

ALMANAK LAEMMERT, 1918, p. 2895.

ALMANAK LAEMMERT, 1919-1920, 2896.

ALMANAK LAEMMERT, 1921-1922, p.4199.

ALMANAK LAEMMERT, 1922-1923, p. 4199.

ALMANAK LAEMMERT, 1925, p. 244.

ALMANAK LAEMMERT, 1926, p. 281.

 

sexta-feira, fevereiro 23, 2024

MARIA INÊS MOREIRA

Denomina logradouro público. O povo do Município de Itaúna, por seus representantes decreta, e eu, em seu nome, sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o Denominar-se-á Maria Inês Moreira a praça localizada na Zona 00, setor Centro, quadras 36 e 39 e Zona 03, setor Bairro de Lourdes, quadra 01, na confluência das ruas Péricles Gomide, Marechal Deodoro, Tiradentes e Av. Dorinato Lima. Art. 2 o Revogadas as disposições em contrário, esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Prefeitura Municipal de Itaúna, 06 de setembro de 1985.

Prefeito Municipal Francisco Ramalho da Silva Filho.

 JUSTIFICATIVA

    Nossa proposição é no intuito de preservar a memória da professora Maria Inês Moreira. Sua existência entre nós, foi dedicada à educação. Nasceu em a 7 de outubro de 1941, filha do casal Olímpio Moreira e Maria Geralda Moreira (proprietários da Fazenda Boa Vista que também pertenceu ao Padre Antônio Maximiano de Campos), tendo sido a segunda entre os seis filhos do referido casal. Contraiu o matrimônio em 2 de dezembro de 1967, na Capela da Fazenda Boa Vista, onde residia. Desse matrimônio, nasceram dois filhos: Juliano e Fabiano.

    Cursou o primário no Grupo Escolar José Gonçalves de Melo, tendo-se tornado professora primária através da Escola Estadual de Itaúna. Colou grau em Ciências e Letras pela Faculdade de Filosofia de Itaúna. Lecionou Geografia e História no Colégio Santana bem como professora primária na Escola Dr. Lincoln Nogueira Machado e no Grupo Escolar José Gonçalves de Melo.

    Cultivou grande amizades entre alunos, colegas de trabalho como na sociedade itaunense que tiveram por ela um carinho especial. Além de amiga, era uma excelente profissional, pois sempre conseguia fazer de seus alunos, os melhores da escola.

    Maria Inês era filha de fazendeiros, criada com muito amor pelos pais, adorada pelos irmãos e amigos, o que não foi suficiente para impedir a dolorosa provação de sua vida. Mesmo assim, amava a vida e sabia conservar em seu rosto um sorriso e a candura de uma criança. Faleceu no dia 25 de julho de 1984 com apenas 42 anos de idade, após suportar um sofrimento que durou um ano, deixando um grande vazio entre seus amigos e familiares, principalmente seus filhos.

    São por estes motivos, que apresentamos a essa Casa a presente proposição, que na certa, essa edilidade haverá de submetê-la a apreciação e posterior votação.

Sala das Sessões, em 2 de agosto de 1985.

Presidente da Câmara – José Coelho Neto.

PRAÇA MARIA INÊS MOREIRA

Referência:

Elaboração e arte: Charles Aquino

Adaptação do texto original para o blog: Charles Aquino

Pesquisa: Patrícia Nogueira, Charles Aquino

Câmara Municipal de Itaúna. LEI nº 1.855, de 06 de setembro de 1985 Disponível em: https://sapl.itauna.mg.leg.br/media/sapl/public/normajuridica/1985/8240/2227_texto_integral.pdf

Acervo: Câmara Municipal e Prefeitura de Itaúna/MG

Imagem meramente ilustrativa em homenagem a professora Maria Inês Moreira 

quinta-feira, novembro 15, 2018

NOTÁVEL EDUCADORA ITAUNENSE

PROFESSORA YEDDA - ITAÚNA MG
Yedda de Paula Machado Borges é filha do Dr. Ovídio Nogueira Machado e de Zélia de Paula Machado, nasceu em Itaúna em 1º de janeiro de 1925, numa família de seis irmãos. Casada com o Dr. Lauro Carneiro Borges de tradicional família de Patos de Minas, teve uma infância tranquila em que passava parte do dia com seus tios e padrinhos — Tácito Nogueira de Faria e Raquel Nogueira. Esses parentes ajudaram a cria-la desde seu nascimento.

Tácito construiu uma bela casa em Itaúna que denominou “Villa Yedda”, cujo terreno localizava-se na rua Dr. José Gonçalves seguindo até à Capela do Rosário. Aos seis anos de idade, Yedda foi morar com seus tios no município mineiro de São Lourenço, conhecido como uma das mais belas estâncias hidrominerais, o qual, é parte do Circuito das Águas de Minas, na serra da Mantiqueira.

Fez o curso primário (quatro primeiras séries do ensino fundamental) em Itaúna, no Grupo Escolar Dr. Augusto Gonçalves. Foi aluna das educadoras dona Ivolina Gonçalves e de dona Neide Antunes de Morais.

Ao concluir o curso primário na cidade balneária, seus tios e padrinhos se mudaram para a capital mineira e Yedda para lá se transferiu para continuar seus estudos de segundo grau, preparando-se para ingressar a uma Universidade.

Desde cedo, provavelmente por influência de seu pai, o Dr. Ovídio, que além de médico era um grande matemático, dedicou-se ao estudo e ensino desta disciplina, o qual, acompanhou pelo resto da sua vida.

Ainda estudante em Belo Horizonte, o professor João Martins a indicara para ministrar aulas de matemática aos seus colegas   — fez curso de matemática na Faculdade de Filosofia de Belo Horizonte - FAFI.

Terminados os estudos na capital, retornou a Itaúna e começou a lecionar matemática.  Durante muitos anos lecionou nas escolas Estadual de Itaúna, Colégio Santana, Colégio Comercial João de Cerqueira Lima e Colégio Estadual Judith Gonçalves.


Após seu matrimônio, residiu em São Paulo, Cuiabá e Londrina, lecionando em escolas locais. Retornando à Itaúna, no ano de 1965, preparou candidatos para o vestibular do curso de Ciências Econômicas de Divinópolis.

Yedda “lançou” aos seus alunos, a ideia de tentarem junto ao Governador MagalhãesPinto, a criação de uma Faculdade de Economia em Itaúna. Foi a partir dessa ideia, que seguiu um documento ao Governador do Estado, redigido por um dos candidatos.

Miguel Augusto Gonçalves que perfilhou a ideia e trabalhando com afinco, fundou, não uma só Faculdade, mas cinco, que constituíram a Universidade de Itaúna.

Já como aluna da Universidade, no curso de Filosofia, foi convidada para lecionar matemática na Faculdade de Ciências Econômicas da Mesma Universidade. Constantemente participava de cursos de reciclagem e aperfeiçoamento em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e até em Israel, onde participou de um curso de aperfeiçoamento pedagógico pela Universidade de Jerusalém.

Fez o curso de Filosofia Pura na Universidade de Itaúna, tendo sido designada a receber a Medalha de Ouro quando da 1º turma de formandos.  Foi diretora de Teatro infantil, quando apresentou várias peças, sendo agraciada com o troféu de melhor Diretora, recebendo em 1981 a comenda “Os Melhores do Ano” na área de ensino.
Foi membro da Lions Clube de Itaúna desde sua fundação em outubro de 1965 e Coordenadora Regional dos Clubes de Mães do Distrito LC-4 de Lions Internacional.
Grande mulher! Notável educadora!
Guaracy de Castro Nogueira

Zélia de Paula Machado e Dr. Ovídio Nogueira Machado

O AMOR PELA EDUCAÇÃO E A ARTE DE ENSINAR

No mês em que é comemorado o Dia dos Professores, em 15 de outubro, a FOLHA conta um pouco da história de uma das mais importantes educadoras da cidade, Yedda de Paula Machado Borges. Algumas décadas após sua aposentadoria, Dona Yedda avalia a atual situação da educação, em que as professoras têm que enfrentar o desafio de uma função dupla, a de formar academicamente e educar os alunos.

Questionada sobre a situação atual da educação, Dona Yedda afirma que vê o comportamento dos estudantes muito negativamente. Para ela, as transformações da sociedade - que valoriza a violência, especialmente os meios de comunicação - transferiram para os professores a responsabilidade não só de ensinar os conteúdos aos alunos, mas também de formá-los para a vida. Função que seria de responsabilidade dos pais, atarefados e sem tempo para dedicar aos filhos a atenção necessária para que os mesmos sejam pessoas de bem.


Jornal Folha do Povo


NOTA: No dia 27 de abril deste ano de 2018, tivemos a rica e feliz oportunidade de conversar um pouco com essa ilustre educadora em sua residência.

Dona Yedda aos 93 anos de idade, ainda preserva uma postura meiga e um olhar de uma mulher forte.
Em seu apartamento, detalhe que nos chamou grande atenção, foi a sala de visitas.

Yedda preserva ainda os quadros de seu tio Tácito, sua mãe e obras de arte de seu ilustre irmão, o artista e professor Ahmés de Paula Machado.
Como não deveria de ser diferente, Dona Yedda nos forneceu importantes informações sobre a história de sua família e de nossa cidade.

Perguntamos qual a palavra definia sua personalidade e logo respondeu — CORAGEM!!!
Uma memorável tarde!!!




REFERÊNCIAS:
PESQUISA ,ORGANIZAÇÃO, ENTREVISTA: Charles Aquino
ACERVO: Itaúna Bons Tempos, Orgs. Hamilton Pereira, Alexandre Campos.
ACERVO E COLABORAÇÃO: Yedda de Paula Machado Borges
COLABORADOR: Albaniz Lúcio Guimares
FONTE: Revista Cidade de Itaúna, p. 36.
FOTOGRAFIAS: Charles Aquino
TEXTO 1: Guaracy de Castro Nogueira (In memoriam)
TEXTO 2: Jornal Folha do Povo, 2013. Disponível em: Jornal folha do Povo