BRANCO
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AFRICANO/PRETO
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CRIOULO
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PARDO
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SEM INFOR.
|
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HOMEM
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425
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353
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281
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420
|
0
|
MULHER
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419
|
135
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274
|
450
|
4
|
TOTAL
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844
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488
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555
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870
|
4
|
sexta-feira, outubro 25, 2013
terça-feira, outubro 22, 2013
HISTÓRIA DA SAÚDE EM ITAÚNA (VI)
segunda-feira, outubro 21, 2013
IRMÃ BENIGNA EM ITAÚNA
Itaúna (MG)
Saiba mais em:
IRMÃ BENIGNA: UMA LÍDER NEGRA
Organização, elaboração e montagem: Charles Aquino
terça-feira, março 19, 2013
PRAÇA MATRIZ DÉCADA 50
ITAÚNA: MEADOS DA DÉCADA DE 50
O Prefeito era o Dr. Milton de Oliveira Penido, que urbanizou nossa praça Dr. Augusto Gonçalves. Na foto aparecem as diversas partes da Praça, já com grama. No número 1 está o centro da Praça. Naquela época, à esquerda do número 1, as moças e rapazes (como se chamavam os JOVENS), iam todas as terças, quintas e sábados fazer o “footing” ou “avenida”, como era mais conhecido.
Ao lado das calçadas ficavam os rapazes, formando um corredor, e ao centro as moças, várias, de braços dados, iam e vinham, vendo e se mostrando, trocando olhares, etc. Quando havia uma química, logo aparecia um “cupido”, geralmente uma “amiga” para tentar iniciar um eventual encontro, namoro e, em muitíssimos casos estes encontros se transformaram em casamentos, muitos durando até hoje.
Não é o meu caso, já com 42 anos de casado, pois nosso namoro teve início no Colégio Santana, eu como professor e minha esposa, aluna. Durante a semana este “footing” durava no máximo até 21 horas, quando todos se recolhiam para suas casas, respeitando os horários estabelecidos pelos pais.
Aos sábados grande parte preferia ir ao cinema. Na foto vemos no número 5 o Cine Rex, com uma grande sala de projeção (construção nova), conservando, porém, a fachada primitiva. Quando o filme chamava atenção a fila começava na entrada do cinema e, por muitas vezes, ia até à Rua Cel. Francisco Franco.
Os casais ou os que estavam sós e optavam por não irem ao cinema, iam para o Clube UNIÃO, onde havia a tradicional “hora dançante”, com música ao vivo (conjuntos itaunenses”) ou ao som de discos.
Algum tempo depois foi construído o ex-Cine Popular e depois Bagdá e a movimentação era a mesma. (Abrindo este parênteses, esclareço que houve uma época que em Itaúna havia 3 (três) salas de cinema: Cine Bagdá (onde hoje está o Bradesco), o Cine Rex e o Cine Popular (depois Bagdá) hoje transformado em estacionamento.
A juventude de hoje que ler este artigo poderá pensar: que maneira idiota de viver a juventude. O que havia, na verdade, era um absoluto respeito aos pais, aos amigos e amigas, enfim, ao próximo.
A palavra “DROGA” (maconha, etc.) era praticamente desconhecida. Obviamente que havia a bebida alcoólica, mas poucos, muito poucos abusavam dela. Espero que os “sessentões” que lerem este artigo, gostem. Na época eu tinha cerca de 15 anos e somente comecei a participar aos 18. Meu pai não permitia. Os demais pontos importantes da fotografia estão devidamente identificados.
Juarez Nogueira Franco
sábado, março 02, 2013
PRAÇA DA LAGOINHA
Não conheci pessoalmente nenhum, mas sou amigo de dois filhos: Mardoqueu José da Silva (o conhecido DOCA, que trabalhou por mais de 40 anos na Itaunense), e Menevides José da Silva, também ex-funcionário de mesma empresa e casado com a Sra. Zelma Antunes de Castro Silva. Apenas uma vez entrei nesta casa, imensa, como se pode ver pela foto e toda assoalhada. Na parte que dava para a Praça Francisco Marques (LAGOINHA), haviam várias pequenas lojas que serviam de barbearia, engraxataria, mercadinhos, etc. Na década de 60 os herdeiros de do Sr. OLÍMPIO venderam o referido imóvel, quando foi erguido o atual prédio.
Conforme o título deste artigo há uma história ou estória sobre o porquê de LAGOINHA. Certa vez meu pai SEBASTIÃO ALVES FRANCO (Tião Franco), contou-me que o pai dele, meu avô JOSÉ ALVES FRANCO (Zeca Franco) contava o seguinte caso: ANTONIO JOSÉ ALVES FRANCO (pai de Zeca Franco), dizia (por ouvir falar) que, quando Itaúna ainda era a Vila de Sant'Ana do Rio São João Acima, (meados do século 19), bem no centro da praça havia uma pequena LAGOA.
Do lado sul a vila terminava aqui. A atual Rua Marechal Deodoro chamava-se Rua do Canto, justamente por estar no canto da vila e dela saía uma trilha que levava ao Caminho onde hoje é a Rua Mozart Machado. Este caminho levava até ao povoado de São Sebastião do Itatiayussu, (hoje cidade de Itatiaiuçu), povoado de Conquista (hoje cidade Itaguara), Termo de BONFIM e continuando, alcançava a Estrada Real.
Segundo o saudoso historiador Dr. Guaracy de Castro Nogueira, o fundador de Itaúna, GABRIEL DA SILVA PEREIRA, foi quem abriu a primeira picada (caminho), passando pelo Arraial de Sant'Ana, ligando BONFIM a PITANGUI, os dois mais importantes centros da Região. Voltando à LAGOINHA, meu bisavô dizia (por ouvir falar), que ela era abastecida por uma água vinda de uma mina que estaria situada no terreno onde hoje está o Colégio Santana. A sobra (quando enchia), saía pelo ladrão e descia pelo atual trecho da Rua Dr. José Gonçalves que vai da LAGOINHA até o Rio São João.
No princípio eu disse "lenda" ou "verdade". Realmente nenhum dos historiadores itaunenses, especialmente JOÃO DORNAS, em momento algum fala sobre isto. Por esta razão não há como provar se é Verdade ou Lenda. No entanto, se disser à maioria dos habitantes de Itaúna que moro na LAGOINHA, ninguém terá dúvida. Saberá onde é certamente. Por que razão então do nome LAGOINHA? Alguma coisa houve!
domingo, fevereiro 24, 2013
THEREZA ESCRAVIZADA
Livro de Óbito
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
IGREJA BATISTA DE ITAÚNA
Daniel
F.
Crosland
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Messias
Nogueira Soares
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Joaquim
Alves Pinheiro
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Francisco
Canuto da Silva
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Archimedes
Caire de Roure
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Theophilo
Amâncio das Chagas
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Florentino
Ferreira de Sousa
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Carlos
Alves
Galdino
|
Antônio
José
Rodrigues
|
Americo
Lopes
|
Francisco
Manoel de Abreu
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João
Evangelista dos Reis
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Antônio
Querino
Soares
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Abel
João da Cruz e Sousa
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Castorina
Ferreira de Abreu
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Maria
do Carmo Moreira
|
Em 08 de Outubro de 1943, representando a Associação, o missionário norte-americano, Rev. Otis Pendleton Maddox, batista e residente em Belo Horizonte, vendeu o imóvel para o senhor Augusto Alves de Souza, casado, maquinista, residente em Itaúna, pelo valor de Cr$ 9.500,00 (nove mil e quinhentos cruzeiros). Diante do exposto, o primeiro endereço do templo da Igreja Batista de Itaúna, foi à Rua da Alegria, hoje rua Melo Viana, e o segundo, à Rua Afonso Pena, hoje Rua Zezé Lima, nº 77 (fotografia do templo acima).
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
A Terra Da Liberdade
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
MARIA GONÇALVES DE SOUZA MOREIRA
“Dona Cota”
Nasceu
em Sant’Ana do São João Acima, em 23 de Novembro de 1875, filha do capitão
Vicente Gonçalves de Souza e de sua esposa Joaquina Maria da Conceição (Dona
Quinota). Casou-se na Matriz de Sant’Ana, com seu primo-irmão Manoel Gonçalves
de Souza Moreira (Manoelzinho do Hospital), nascido em 19 de Dezembro de 1853,
filho de Manoel José de Souza Moreira e de Anna Joaquina de Jesus.
Segundo
depoimentos orais chegados ao nosso conhecimento, Dona Cota ao nascer e até os
10 anos, ficou aos cuidados de um casal que residia nos fundos da casa, mãe
Tininha e seu marido José, escravos de seu pai, capitão Vicente.
O
barracão era uma pequena senzala, onde moravam outros escravos que serviam à
família. Consta que a jovem “Cotinha” (seu apelido), quis se casar com um rapaz
comprador de gado, residente em Ouro Preto, mas houve oposição de seu severo
pai que cultivava a tradição: “case sua filha com o filho de seu vizinho”.
O
casamento com Manoelzinho nasceu de uma homenagem que a comunidade itaunense
lhe prestou, quando ela foi a oradora, escolhida para falar em nome de todos,
saindo-se muito bem e com muita graça. Tudo muito bem arranjado pelas famílias
de ambos, para que das palavras proferidas nascesse o amor.
Em
14 de Julho de 1894 aconteceu o casamento, ele com 40 anos e meio, ela com 18
anos e meio. Ele já maduro e experiente, ela uma menina-moça.
Estiveram em Paris, na Cidade-Luz, e lá, depois de convencidos de que não teriam filhos, trocando ideias sobre o futuro de ambos, teriam feito um pacto de que deixariam suas fortunas para os pobres e humildes de sua terra natal, Itaúna. O esplendor de Paris contrastando, naquela época, com a pobreza e falta de recursos do Brasil, motivou a decisão do casal.
Em
3 de Março de 1917, ele já com 63 anos e ela com 41 completos, com quase 23
anos casados, Manoelzinho fez seu testamento. Residiam em Belo Horizonte. Os
bens de ambos não se ligavam em virtude do regime de casamento adotado. Ambos
eram ricos.
Deixou para ela no testamento, “o usufruto, durante toda a sua vida, uma casa de morada, situada à rua dos Tupis, nº 51, nesta capital, com todo seu terreno cercado de gradil de ferro e muros, que são três lotes com 1.800m2, números 20, 21 e 22 do quarteirão 24, da terceira urbana.
Mais o usufruto de 100 apólices
federais emissão de 29 de Março de 1911, todas de valor nominal de um conto de
réis cada uma, e juros de 5% ao ano. Mais o usufruto de uma casa que estava
construindo em Itaúna, perto da casa de caridade, em terreno comprado ao senhor
Tobias Viana e sua mulher. E, ainda, toda mobília que existir, roupas de cama e
de vestir, na casa do rua Tupis, bem como o cofre de ferro (burra), os anéis de
ouro com brilhantes que existir e todas mais joias”.
Determinou
que os bens supra relacionados e onerados com a cláusula de usufruto, “passarão
por minha morte a pertencer à Casa de Caridade “Manoel Gonçalves de Souza
Moreira (...) e que esta casa será administrada pela Câmara Municipal da Cidade
de Itaúna, que poderá criar uma associação ou irmandade para administrá-la, e
em sua falta, pela diretoria da Companhia Tecidos Santanense.
Manoel
Gonçalves de Souza Moreira revogou, através deste testamento, um anterior
aprovado pelo Tabelião Doutor Plínio de Mendonça. Faleceu em 20 de Julho de
1920, com 66 anos e meio de idade, 3 anos, 4 meses e 17 dias depois de
elaborado seu último testamento.
Lamentavelmente,
seus sobrinhos, indignados, após a abertura do testamento de seu marido,
Manoelzinho, disseram para Dona Cota: “Tia, isto é um absurdo! Ponha advogado!”
Ao que ela respondeu: “Eu? Tocar demanda contra os pobres de Jesus? Deus me
livre de tal coisa!” Cota era muito religiosa e temente a Deus. Piedosa, sabia
rezar e conversar com Ele, pedindo sempre Sua proteção e amparo par a sua obra
e os que nela trabalhavam e fossem por ela assistidos.
Temos
grande admiração pelas mulheres da família Gonçalves de Souza. Nossa história é
rica de exemplos deixados por estas extraordinárias figuras humanas. Sem
dúvida, Dona Cota merece um lugar de grande destaque nesta galeria.
Após
a morte de seu ilustre e benemérito marido, maior figura de Itaúna em termos de
capacidade administrativa, tino comercial e serviços filantrópicos prestados à
comunidade, Dona Cota trilhou seu caminho e na qualidade de viúva ainda viveu
34 anos, 4 meses e 7 dias, vindo a falecer em 27 de Novembro de 1954.
Nestes
longos anos soube aumentar e construir seu patrimônio. Edificou uma bela casa
em Belo Horizonte, à rua Espírito Santo, nº 1594, onde viveu a maior parte de
sua viuvez.
Seis anos antes de seu falecimento, instituiu a Fundação São Vicente de Paulo, em 6 de Dezembro de 1948, com escritura pública registrada no Cartório do 1º Ofício, no Livro de Notas nº 32, às folhas 164v., com assistência do Doutor Promotor de Justiça, Dr. José Valeriano Rodrigues, com o objetivo: “proteger, moral e materialmente, menores desamparados, de preferência do sexo feminino, com especialidade, os naturais e residentes na cidade de Itaúna”:
Estabelecendo que “são absolutamente inalienáveis o terreno localizado à
Avenida Getúlio Vargas, nesta cidade, onde foi à casa de residência de seu pai
Vicente Gonçalves de Souza e os a ele adjacentes que a fundação vier a
adquirir, bem como as ações das seguintes sociedades: Companhia Tecidos
Santanense, Companhia Industrial Belo Horizonte e Companhia Renascença
Industrial”.
Nesta
escritura, a instituidora promete “transferir à fundação uma casa de morada e
seu terreno situados em Belo Horizonte, à rua Espírito Santo, nº 1594,
reservando para si o usufruto vitalício sobre ela”.
Imitando
seu marido, em 15 de Janeiro de 1949, Dona Cota chamou à sua presença o
Tabelião do 5º Ofício de Notas, Carlos Bolivar Moreira, e fez o seu testamento.
Nele, admitiu que sua casa em Belo Horizonte, encontrando um bom negócio,
poderia ser vendida e produto da venda se converteria em ações inalienáveis.
Aos
20 de Março de 1949, na primeira reunião da entidade, com os dirigentes Dr.
Lincoln Nogueira Machado (presidente), Dr. Alcides Gonçalves de Sousa
(vice-presidente), Dr. Fajardo Nogueira de Souza (1º secretário), Victor
Gonçalves de Souza (2º secretário) e Astolfo Dornas (tesoureiro), Dona Cota
também presente, foi apresentado e aprovado o acordo com as Irmãs Clarissas
Franciscanas Missionárias do Santíssimo Sacramento, visando a direção interna
do Orfanato.
Foram
aprovadas as plantas para a construção do Orfanato, ficando o engenheiro Dr.
Rubens Vaz de Melo encarregado de dirigir e fiscalizar as obras. Decidiu-se que
o capelão indicado pelo Arcebispo Dom Cabral seria irmão conselheiro com
direito a voto.
Em
14 de Fevereiro de 1950, faleceu Dona Tereza Gonçalves de Souza, destinando seu
patrimônio ao Orfanato instituído por sua irmã, Cota, ainda viva. Vários
sobrinhos tentaram anular o testamento que consistia de ações de várias
companhias, apólices do Estado, dinheiro, casa de morada à Avenida Getúlio
Vargas e seu terreno com 1.400m2, também um anel de brilhantes, tudo avaliado,
na época, em um milhão, duzentos e quatorze mil cruzeiros.
Em
resumo, esta foi a vida de grandes personalidades da família Gonçalves de Souza
as quais, com espírito cristão e religioso, demonstraram que dinheiro não é um
mal, mas um bem, que filantropicamente aplicado, melhora a vida dos mais
humildes, carentes e sofredores.
Texto: Guaracy
de Castro Nogueira (In Memoriam)
Instituto
Cultural Maria de Castro Nogueira - ICMC
Digitalização:
Juarez Nogueira Franco (In Memoriam)
Pesquisa/ Organização: Charles Aquino
https://orcid.org/0009-0002-8056-8407















