sábado, fevereiro 07, 2015
sábado, dezembro 20, 2014
CAPIXABA ITAUNENSE
CORONEL MARCONDES ALVES DE SOUZA
Este ilustre itaunense nascera em 1870, nos tempos de Santana. De inteligência viva, atirado e de espírito bandeirante, aos 16 anos deixou a sua terra natal, internando-se pelo vale do rio Doce, indo radicar-se em Cachoeiro do Itapemirim, no estado do Espírito Santo. Aos 23 anos, fora eleito presidente do diretório político daquele próspero município Capixaba, mantendo-se no cargo com grande tino até 1912. Em 1905, eleito vereador municipal. Em 1907, nomeado suplente de Juiz de Direito da Comarca. Em 1909, presidente da Câmara Municipal. E pouco depois, vice-presidente do Estado.
Em 1912, foi eleito presidente do Estado, numa fase difícil de sua política, como nos informa o historiador João Dornas Filho em sua monografia sobre Itaúna, tendo uma aguerrida oposição chefiada pelo senador Muniz Freire. O que foi a sua atuação nesse elevado cargo, atesta o gesto dos próprios oposicionistas que, nem belo exemplo de patriotismo, fizeram causa comum com a política do seu presidente, que era a do progresso do Espírito Santo. Na qualidade de presidente eleito, o Cel. Marcondes Alves de Souza, num gesto de cavalheirismo e de amor a sua terra e a sua família, visitou Itaúna em 1912, sendo recebido solenemente.
Das inúmeras homenagens que lhe foram prestadas pelos itaunenses, constou a da representação, no Teatro Municipal, da revista denominada "A visita do Presidente", de autoria do dr. Mário Matos, então primeiranista de direito, e de seu tio Silvio de Matos, representada com grande sucesso pelos autores e por Aquilino Gomide, Péricles Gomide, Tácito Nogueira, Artur de Matos, Rossini de Matos, Adélia Gomide, Celisa Gomide, Aristides Nogueira Machado, Serjobes Augusto de faria, Ivolino de Matos, Jovelina Carvalho, Olga Matos e Josias Nogueira Filho.¹
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MARCONDES ALVES DE SOUSA |
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15º GOVERNADOR DO
ESPÍRITO SANTO |
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PERÍODO DE GOVERNO: 23
DE MAIO DE 1912 - 23 DE MAIO DE 1916 |
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NASCIMENTO: 12 DE
SETEMBRO DE 1870, ITAÚNA |
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MORTE: 29 DE ABRIL DE
1938, BELO HORIZONTE |
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NACIONALIDADE:
BRASILEIRA |
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PROFISSÃO: MILITAR |
[1] Revista Acaiaca:
Cel. Marcondes Alves de Souza. p. 196. Ano: 1952. Digitado conforme
original.
quinta-feira, dezembro 18, 2014
quarta-feira, dezembro 17, 2014
CAMAREIRO SECRETO
Monsenhor Hilton Gonçalves de
Sousa, elevado à categoria de Camareiro Secreto Extranumerário pela Santa Sé,
nasceu em Itaúna, em 31 de dezembro de 1912. Sua jornada terrena foi marcada
por um profundo compromisso com a fé e um serviço incansável à Igreja.
Desde sua infância, demonstrou
uma inteligência notável, sendo alfabetizado antes dos sete anos. Embora tenha
inicialmente seguido a carreira de professor, logo sentiu o chamado de Deus e
ingressou no Seminário do Coração Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte, por
volta de 1925.
Após alguns anos de dúvida e
reflexão, e também dedicando-se ao cuidado de sua mãe durante seus últimos anos
de vida, Monsenhor Hilton finalmente abraçou plenamente sua vocação sacerdotal.
Ordenado em 1944, dedicou-se ao serviço pastoral em várias paróquias, deixando
sua marca não apenas como um habilidoso administrador, mas também como um líder
espiritual compassivo e dedicado.
Seu último posto foi na Paróquia
do Coração de Jesus de Santanense, onde seu dinamismo e disponibilidade para o
serviço religioso foram amplamente reconhecidos. Sua morte, em 20 de fevereiro
de 1985, foi um choque para todos que o conheciam, deixando um vazio profundo
na comunidade e naqueles que o amavam.
Monsenhor Hilton será lembrado
não apenas por suas realizações pastorais, mas também por sua personalidade
gentil, sua sabedoria e sua capacidade de transmitir os ensinamentos da fé de
uma maneira autêntica e inspiradora. Seu legado perdurará nas memórias daqueles
cujas vidas ele tocou e nos corações daqueles que foram abençoados por sua
presença e orientação espiritual.
segunda-feira, novembro 10, 2014
GUARDIÕES DO MEIO AMBIENTE
sexta-feira, outubro 24, 2014
TREM DA ALEGRIA
Fundada em 29 de abril de 1961, para, entre outras finalidades, promover o congraçamento de todos os itaunenses e reverenciar a memória de conterrâneos ilustres, a Sociedade dos Amigos de Itaúna, sediada em Belo Horizonte, programou romaria ao torrão natal, no maravilhoso "Trem da Alegria".
E nas cadeiras em torno, os caravaneiros. Falou o vice-prefeito, dr. Heli Gonçalves de Souza, em nome da municipalidade e do povo de Itaúna. Dr. José Luis Gonçalves Guimarães agradeceu em nome da família do homenageado. Por fim, entre outros oradores, o desembargador Mário Matos descreveu a seu modo o tio Augusto como ainda o enxergava na mocidade, um sujeito extraordinário de bem, ótimo clínico, especialista em curar "dor atravessada".
Ali, ao som da orquestra do João Bigode e da banda de música dos alunos do seminário, a turma em brasa entrou no carnaval, e cantou e dançou e cirandou e saracoteou e rodou e pulou e gritou até às quatro da tarde, rumando então em caminhões automóveis e ônibus para a estação, onde às cinco e meia, em carros ligados aos expresso, retornou à capital, satisfeita da vida. Em testemunho da verdade, os filmes tirados pelo Dr. Oromar estão aí para dirimir qualquer dúvida.
segunda-feira, julho 21, 2014
TREM-HOSPITAL
sábado, maio 17, 2014
PADRE JOSÉ NETO
Antes de vir para Itaúna, foi cooperador do Monsenhor Guedes na Lagoinha (1938/39), depois, sucessivamente, vigário de Piedade do Paraopeba (1939/43) e de Itaúna (1943/85). Nestes períodos, foi encarregado de várias outras paróquias: São José do Paraopeba (1939/43), Moeda (1941/43), Itatiaiuçu (1943/46), Santanense (1943) e Padre Eustáquio (1960). Seu colega de ordenação, Dom Cristiano, primeiro bispo de Divinópolis, concedeu-lhe o título honorífico de cônego, por autorização do Papa Paulo VI (1966).
Em nossa cidade, criou novas paróquias: Coração de Jesus de Santanense (1953), Nossa Senhora de Fátima do Padre Eustáquio (1960), Nossa Senhora das Graças, na Ponte (hoje Graças) e Nossa Senhora da Piedade do Serrado (hoje Piedade), em 1970. A zona rural foi enriquecida com novas capelas: Córrego do Soldado, Garcias (depois paróquia). Cachoeirinha, Vista Alegre (nome dado por ele ao Pasto das Éguas), Carneiros, Paulas e Santo Antônio da Barragem (construída pela Itaunense, com participação da comunidade).
Construída a nova sede do Colégio pela Santa Casa, fruto do testamento do maior benemérito de Itaúna no século XX, Manoel Gonçalves de Sousa Moreira (através da Sociedade Anônima com o nome do benemérito instituidor da Fundação), Padre Netto foi o responsável pela vinda dos padres americanos, frei Ambrósio e Cipriano, franciscanos conventuais e, finalmente pelos padres espiritanos ( Adriano, Pedro Schoonnaker, Cauper, Luiz e outros), os quais se tornavam vigários, ficando o colégio nas mais deste notável educador que é o Padre José "das crianças", que transformou em educandário orgulho da comunidade, sala de visitas de Itaúna.
Exerceu grande influência na instalação do Orfanato São Vicente de Paula, obra meritória de Dona Cota. Vigário de Itaúna ao longo de quase 42 anos. Pastor que mais tempo ficou à frente da paróquia de Santana. Conseguiu uma nova Casa Paroquial com a ajuda de dedicadas senhoras das famílias Cerqueira Lima e Gonçalves de Souza. Além disso, são imensas as marcas deixadas pelo operoso e dinâmico vigário em Itaúna.
Membro do conselho fiscal da Universidade de Itaúna, completou a construção da Igreja da Matriz, terminando o coro, instalando os altares laterais e o púlpito. Assumiu a direção da Escola Normal oficial de Itaúna (Colégio Estadual), em momento de grande crise. Inspirador da APAC, obra que sempre contou com o trabalho e a dedicação de Waldeci Antônio Ferreira. Ergueu o Centro Comunitário da Paróquia, contando com o patrocínio do senhor Joaquim Soares Nogueira (Quincas), numa homenagem ao seu falecido Cláudio.
terça-feira, fevereiro 25, 2014
GUARACY DE CASTRO NOGUEIRA
Advogado, professor, jornalista, empresário, político. Advogado: Diplomado pela Faculdade de Direito da Universidade de Minas Gerais em 1951. Presidente da 34ª Sub-seção da Ordem dos Advogados do Brasil por 34 anos. Magistério: A criação da Universidade de Itaúna foi o marco mais importante de sua atuação. Foi seu primeiro Reitor e, conforme ele mesmo disse, “peguei uma obra na estaca zero, deixei com todos os cursos reconhecidos, com o terreno para o Campus”.
Durante 18 anos, dedicou-se à Universidade, da qual foi co-fundador e Reitor, até 1983. Professor aposentado depois de 30 anos no magistério estadual, e também lecionando em estabelecimentos de Ensino Médio (Científico, Comercial e Normal), foi professor nas Faculdades de Direito, Economia e Engenharia, em Itaúna, Diretor do Colégio Estadual e Instituidor e Presidente da Fundação Educacional “Maria de Castro Nogueira”, que proporciona cursos da 1ª a 8ª séries. Jornalista: Fundou três jornais na empresa em que trabalhou trinta e oito anos e da qual foi superintendente: Voz Operária, Avante e O Itaunense. Redator da Folha do Oeste.
Articulista nos jornais O Brexó, Tribunal Itaunense, Gazeta de Itaúna, Integração, Folha do Povo e Itaúna Acontece. Presidente da Rádio Clube de Itaúna por 20 anos. Empresário (indústria): Na Companhia Industrial Itaunense, empresa têxtil e siderúrgica, exerceu, por 38 anos, cargos executivos, chegando a Superintendente do Departamento de Planejamento e Relações Industriais. Foi membro do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), sediado no Rio de Janeiro, integrando as Comissões de Relações Industriais e Comunicação Social. Político: Membro da União Democrática Universitária, na Faculdade de Direito da UFMG. Com atuação sempre na cidsade natal, foi Secretário Geral do PSD, depois Presidente do Diretório da ARENA, vereador mais votado em 1966, Presidente da Câmara Municipal [1967-1970].
Vice-prefeito e Secretário Municipal de Educação. Participação em associações filantrópicas, beneficentes e de serviços: Fundador dos três Rotary de Itaúna, presidente duas vezes e Governador do Rotary Internacional [1984-1985]. Provedor da Casa de Caridade Manoel Gonçalves de Souza Moreira [1963-1966]. Membro do Conselho de Administração do Orfanato São Vicente de Paula, Granja Escola São José e Fundação de Proteção à Maternidade e Infância de Itaúna. Participação em associações culturais e esportivas: Sócio Honorário da Associação Artística Coral Júlia Pardini. Sócio Honorário e Presidente do Automóvel Clube de Itaúna. Presidente do Universidade Itaúna Futebol Clube. Fundador do Itaúna Tênis Clube.
Sócio Benemérito do Iate Clube de Itaúna e da Associação Atlética Banco do Brasil. Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, titular da Cadeira nº 46. Membro do Arquivo Histórico de Pitangui, do Instituto Genealógico Brasileiro, da Arcádia de Minas Gerais, do Arquivo Jurídico e do Instituto Histórico de Pitangui-MG. Associou-se ao Colégio Brasileiro de Genealogia a 19.07.1993.
Títulos, medalhas e condecorações: Diploma de “Mérito Cultural José Maria dos Santos” do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano – 1994. Cidadão Honorário de Pitangui – MG. Medalhas: “da Inconfidência”, pelo Governo do Estado de Minas Gerais; “do Mérito Legislativo”, pela Assembléia Legislativa de MG; “de Mérito Industrial”, pela Federação das Indústrias de MG; “da Revolução de Sorocaba de 1842”, pelo Governo do Estado de São Paulo; “Santos Dumont” grau prata em 2002 e grau ouro em 2008, pelo Governo do Estado de Minas Gerais; “João Pinheiro” e “Israel Pinheiro” pelo Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais; “da Universidade Federal de Sergipe”, 1982; “Luís Alves de Lima e Silva”, pelo Exército Brasileiro, Comando da 4ª Divisão; e diversas outras. Genealogia: iniciou as pesquisas genealógicas em 1948, quando ainda estudante de Direito. Seu foco de atenção era o centro-oeste mineiro.
Pesquisou em cartórios e arquivos religiosos em muitas cidades mineiras, dentre as quais Sabará, Mariana, Ouro Preto, Pitangui e Santo Antônio do Monte, onde tinha suas raízes maternas. Associado, conforme citação acima, ao Instituto Genealógico Brasileiro e ao Colégio Brasileiro de Genealogia (1993). Publicou “Os Nogueira de Santana”, monografia, na obra “Efemérides Itaunenses” de João Dornas Filho. Ao falecer, deixou pronta a obra “Genealogia dos Gonçalves de Souza Moreira de Itaúna”.
Trabalhos publicados: “A Necessidade de novas Universidades em Minas Gerais e sua Interiorização” – 1966; “A Indústria e a Universidade” – 1968; “Itaúna de Amanhã”; “História de Itaúna” – nos anais da Câmara Municipal, 1975; “História da Fundação de Mateus Leme” – nos anais da Câmara Municipal de Martins Leme; “História da Fundação de Bonfim”, no Dicionário Escolar da Prefeitura Municipal de Bonfim; “Centro Oeste-Mineiro: História e Cultura” – 2008; “História de Itaúna”, em 40 fascículos semanais publicados no jornal Folha do Povo.
Publicou trabalhos nas Revistas do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, na Arcádia de Minas Gerais e na Associação Brasileira dos Pesquisadores em História e Genealogia (ASBRAP) de São Paulo. Publicava, semanalmente, no jornal “Folha do Povo”, uma crônica, em coluna sob sua responsabilidade, assuntos educacionais, históricos e políticos.
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
MORRO DE SANTA CRUZ
CAPELA
NOSSO SENHOR DO BONFIM
Historicamente, foi no ano de 1853, que os barbônios que nesta região estiveram pregando missões alertaram e recomendaram à população itaunense sobre a necessidade de ser construído na cidade de Itaúna a Capela de São Miguel, no interior de um cemitério localizado na região, e também da Capela de Nosso Senhor do Bonfim, no monte ao norte do arraial que naquela época era chamado Morro de Santa Cruz.
A capela de São Miguel foi edificada através de doações da comunidade e a de Nosso Senhor do Bonfim foi construída pelo Tenente José Ribeiro Azambuja no mesmo ano de 1853, no morro atualmente conhecido como Morro do Bonfim (antigo Santa Cruz).
Localizada
a aproximadamente 25 km do centro da cidade de Itaúna, a Capela do Senhor do
Bonfim sempre foi um local de peregrinação religiosa da população do antigo
arraial de Itaúna.
A
Capela de Nosso Senhor do Bonfim está situada no ponto mais alto da região de
Itaúna, ou seja, a 1000m de altitude. Construída em meados do século XIX, em
pleno período imperial brasileiro, possui estilo colonial.
O
Alto do Bonfim com sua Capela de Nosso Senhor do Bonfim, ilumina do ponto mais
alto de uma cidade em pleno desenvolvimento, porém, preocupada em não perder
seus marcos históricos, afim de continuar uma cidade com identidade cultural e
memória afetiva.
Atualmente,
Itaúna, através do Morro do Bonfim integra as 14 (quatorzes) cidades do
Circuito dos Bandeirante – Circuito Verde, sendo alvo de iniciativas futuras
para viabilização de investimentos em atividades turísticas/religiosas.
Local
de tradição das peregrinações religiosas em devoção ao Nosso Senhor do Bonfim,
a Capela de mesmo nome, representa para toda a comunidade itaunense um exemplar
valioso da arquitetura colonial, tendo a simplicidade de seus traços ainda
originais, guardando a identidade religiosa própria de um povo já enraizada na
alma popular.
Sua
conservação é, portanto, inerente ao anseio da modernidade, pois sobressai a
referência cultural da edificação.
A Capela de Nosso Senhor do Bonfim por estar localizada no ponto mais alto da região de Itaúna tem sido estudado a viabilidade de torná-la um ponto turístico religioso, pois o morro do Bonfim oferece todas as condições para tal empreendimento.
A 25 km de distância do centro da cidade além da arquitetura colonial
da Capela, toda a região é propicia para a exploração turística religiosa e
ecológica.
A
25 km de distância do centro da cidade além da arquitetura colonial da Capela,
toda a região é propicia para a exploração turística religiosa e ecológica.
O
morro do Bonfim oferece uma visão privilegiada podendo a cidade ser vista
parcialmente num ângulo fascinante.
Museu Municipal Francisco Manoel Franco
Janete
Rodrigues da Silva – Coordenadora
Praça
João Pessoa (Praça da Estação), s/nº Centro
Itaúna/Mg Cep. 35680-059
https://orcid.org/0009-0002-8056-8407











